E aí, o que você fez no sábado?
- Levantei cedo, fui trabalhar, passei a manhã editando um vídeo e escolhendo a trilha de outro. Parei pra almoçar, editei mais um vídeo e vim pra casa cobrir a coluna de salompas.
OU
- Levantei cedo pra aproveitar o dia, passei a manhã vendo uns vídeos e ouvindo música. Almocei uma deliciosa feijoada, tomei um sorvete na praça do gaúcho, a tarde vi mais uns vídeos e já que todos estavam por ali resolvemos fazer um vídeo novo. E olha que sucesso: na próxima semana ele vai ser exibido num evento cheio de gente importante! E agora estou em casa aproveitando pra relaxar.
sábado, 25 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
" "
As palavras, como as roupas, seguem a moda. Nada mais demodé que a palavra demodé.
Uma que me irrita é a mania de separar as palavras que o português juntou. Ninguém mais tem preconceito. As pessoas tem "pré-conceito". Se a moda pega (faça aquelas aspas crestinas com as mãos):
"mini saia"
"para quedas"
"guarda roupas"
"in-acreditável"
Tem ainda o pleonasmo preferido:
Na minha opinião particular...
Uma que me irrita é a mania de separar as palavras que o português juntou. Ninguém mais tem preconceito. As pessoas tem "pré-conceito". Se a moda pega (faça aquelas aspas crestinas com as mãos):
"mini saia"
"para quedas"
"guarda roupas"
"in-acreditável"
Tem ainda o pleonasmo preferido:
Na minha opinião particular...
Farinha do mesmo saco
Alanis, Amy e Adele têm muita coisa em comum.
As 3 tem vozeirões
As 3 são famosas
As 3 ficaram famosas depois de levar um pé na bunda
As 3 usaram o pé na bunda de inspiração para compor músicas em homenagem/ódio ao ex
É a dor de corno se provando altamente vendável mesmo fora no mundo sertanejo.
As 3 tem vozeirões
As 3 são famosas
As 3 ficaram famosas depois de levar um pé na bunda
As 3 usaram o pé na bunda de inspiração para compor músicas em homenagem/ódio ao ex
É a dor de corno se provando altamente vendável mesmo fora no mundo sertanejo.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Energias
Em 10 dias:
- Encontrei uma pedra e um cabelo no mesmo prato do restaurante por quilo
- Quebrei uma xícara cheia de café quando estava atrasada pro trabalho
- Derrubei meia garrafa de vinho nos ingredientes picados e separados de uma receita deliciosa
- A prateleira da geladeira CAIU, quebrando uma garrafa cheia de vinho tinto
- Um copo quebrou na minha mão enquanto lavava louça e cortou meu dedo
- Derrubei o vidro de esmalte aberto enquanto fazia as unhas
- Apaguei todos os computadores da sala no primeiro dia oficial de trabalho
Uma amiga solícita me convenceu que devem ser as energias. Com medo de cozinhar meu jantar de hoje, procurei ajuda nos sites esotéricos do Google. Entre as simpatias, achei uma com a cara da vovó, simples: pisar na grama com os pés descalços.
Como já era noite, resolvi testar no jardinzinho que tem em frente ao salão de festas do prédio. Terça-feira, frio, deveria estar deserto. Mas sabe como são as energias...
Para me esconder da multidão, sentei de costas num banco e fiz de conta que falava ao telefone. Tirei o chinelo e coloquei com cuidado o pé no chão gelado, bem em cima de um espinho que agora não consigo tirar porque estou com as mão geladas e com medo de ligar o aquecedor.
- Encontrei uma pedra e um cabelo no mesmo prato do restaurante por quilo
- Quebrei uma xícara cheia de café quando estava atrasada pro trabalho
- Derrubei meia garrafa de vinho nos ingredientes picados e separados de uma receita deliciosa
- A prateleira da geladeira CAIU, quebrando uma garrafa cheia de vinho tinto
- Um copo quebrou na minha mão enquanto lavava louça e cortou meu dedo
- Derrubei o vidro de esmalte aberto enquanto fazia as unhas
- Apaguei todos os computadores da sala no primeiro dia oficial de trabalho
Uma amiga solícita me convenceu que devem ser as energias. Com medo de cozinhar meu jantar de hoje, procurei ajuda nos sites esotéricos do Google. Entre as simpatias, achei uma com a cara da vovó, simples: pisar na grama com os pés descalços.
Como já era noite, resolvi testar no jardinzinho que tem em frente ao salão de festas do prédio. Terça-feira, frio, deveria estar deserto. Mas sabe como são as energias...
Para me esconder da multidão, sentei de costas num banco e fiz de conta que falava ao telefone. Tirei o chinelo e coloquei com cuidado o pé no chão gelado, bem em cima de um espinho que agora não consigo tirar porque estou com as mão geladas e com medo de ligar o aquecedor.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Lógica
Pense nas maravilhas de um carro de meio milhão. Sensor de chuva, de faixa, banco que esquenta e outras trilhões de benesses para os afortunados. Entre elas, a baliza no piloto automático. Você alinha o carro, aperta o botão e o transformer entra sozinho na vaga. Lindo, não?
Agora imagine se um motorista de um carro de 500.000,00 vai fazer baliza em alguma rua desse mundo véio sem portera.
Tem que ter sensor de estacionamento no pobre do carro 1.0 - ou no carro 1.0 do pobre, como você preferir. Aí, talvez, um dia, quem sabe, ele seja útil.
Agora imagine se um motorista de um carro de 500.000,00 vai fazer baliza em alguma rua desse mundo véio sem portera.
Tem que ter sensor de estacionamento no pobre do carro 1.0 - ou no carro 1.0 do pobre, como você preferir. Aí, talvez, um dia, quem sabe, ele seja útil.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Meteorologia
Há anos existe a piada na família: onde a Mila vai, chove. Tanto que quando há uma seca muito tensa no oeste do Paraná costumo ser agraciada com passagem para visitar a família e alertar São Pedro para o bem da soja.
Quando fui de férias pra Natal, estava garoando. O simpático dono da pousada (que estava jogando sinuca de regata e sunga e aceitou duas caixas de cerveja como parte do pagamento) garantiu que em seus 40 anos de vida nunca tinha visto 2 dias seguidos de chuva em Natal. No dia seguinte não fomos à praia, adivinhe por que.
Para minha alegria, fui então morar em João Pessoa. Foi na época em que o nordeste enfrentou a maior enchente da última década.
Para alegria dos ribeirinhos, voltei para Curitiba. O nordeste enfrenta a pior seca das últimas décadas. Em Curitiba, só hoje já choveu mais de quarenta milímetros.
Acho que vou mudar de ramo.
Quando fui de férias pra Natal, estava garoando. O simpático dono da pousada (que estava jogando sinuca de regata e sunga e aceitou duas caixas de cerveja como parte do pagamento) garantiu que em seus 40 anos de vida nunca tinha visto 2 dias seguidos de chuva em Natal. No dia seguinte não fomos à praia, adivinhe por que.
Para minha alegria, fui então morar em João Pessoa. Foi na época em que o nordeste enfrentou a maior enchente da última década.
Para alegria dos ribeirinhos, voltei para Curitiba. O nordeste enfrenta a pior seca das últimas décadas. Em Curitiba, só hoje já choveu mais de quarenta milímetros.
Acho que vou mudar de ramo.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Clima e culinária
**mimimi mode on**
Lá, o cinza de Curitiba ficava nas fotos. Os amigos sorrindo, sempre, mas o céu apático como o fundo deste humilde e abandonado blog. O azul vinha da parede da sala. O verde, do mar e dos coqueiros a fazer barulhinho de chuva quando o vento fazia cócega.
Aqui, mar, céu, parede azul e coqueiros ficaram nas fotos. Os coqueiros vá lá, porque as Araucárias fazem bem o papel de deixar a paisagem simpática, mesmo entre horrendos prédios dos anos 80.
Com frio, enchi a parede das fotos coloridas, mas não tem jeito. Mesmo com a parede verde da cor do mar, o cinza invade a casa e o coração. Ao invés de trazer felicidade momentânea, as fotos calorentas deixam ainda gélido o aquecedor a óleo que torna a vida suportável.
Para erguer o ânimo, vou tentar jogar as cores todas numa sopa.
**mimimi mode off**
Assinar:
Postagens (Atom)