quinta-feira, 14 de março de 2013

Vida de relógio

Sono, preguiça, pressa, fome, preguiça, pressa, fome, cansaço, repeat.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Tão perto e tão longe

Entre todas as possibilidades, queria uma viagem de trem na Serra do Mar.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Sobre Barbas

"Em 1973, o psicólogo Robert Pellegrini estudou os efeitos do pêlo facial sobre a percepção da personalidade. Ele conseguiu encontrar oito jovens barbudos que aceitaram fazer a barba em nome da ciência. Pellegrini fotografou cada um antes e depois que o barbeiro experimental pudesse pôr as mãos neles. Então pediu-se a grupos de pessoas selecionadas ao acaso para avaliar a personalidade dos homens nas fotografias.
Houve uma correlação positiva entre a quantidade de barba e adjetivos como masculino, maduro, dominante, autoconfiante e corajoso. Pellegrini observou que

'...é bem possível que dentro de cada homem barbeado haja uma barba implorando para ser libertada. Nesse caso, os resultados do presente estudo fornecem um argumento muito forte em favor dessa solicitação'. "

MAS,
"Pesquisas recentes mostram que mais de 50% do público ocidental acredita que homens com o rosto barbeado são mais honestos do que os com pêlos faciais. Aparentemente, as barbas evocam intenções diabólicas, dissimulação e falta de higiene. Embora não exista qualquer relação entre honestidade e pêlo facial, o estereótipo tem força bastante para afetar o mundo, talvez explicando por que todos os membros da lista dos cem homens mais ricos da revista Forbes têm o rosto barbeado e por que desde 1910 nenhum candidato eleito para a presidência do EUA exibiu barba ou bigode."

Trecho do livro "Esquisitologia, a estranha psicologia da vida cotidiana", de Richard Wiseman

Isso, meus caros, é ciência.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Humor Americano

Começou com uma vontade maluca de tomar café com leite no fim da tarde. Não tinha leite, nunca tem. Saiu, foi na padaria, escolheu um leite caro. Mas no fim das contas um vinho parecia uma boa, a garrafa já estava aberta mesmo, o que é que tem.

6h38 toca o despertador. O número quebrado é pra dificultar a conta na hora da soneca. Tinha uma gravação importante, tinha que estar com uma cara boa, no fim das contas estava com uma gigantesca dor de garganta daquelas que talvez o banho melhore.

Ligou a torneira da esquerda, quase sempre a de água quente é a da esquerda, disse uma vez um grande jornalista. Mas essa não era, pelo menos não hoje. Nenhuma das duas, o aquecedor estava em greve.

Enquanto uma panela de água esquentava (um banho sustentável e quente pode levar pecadores para o céu)mediu o tempo certo para tomar o café com leite, enfim. Com pressa, é claro, pensando em se aquecer para o banho, já que a sustentabilidade não admite exageros nem na temperatura do banho. Reparou que o leite estava cremoso - coisa de gente fina que toma líquidos caros em caixas bem desenhadas - e tomou um belo gole. Azedo.

As bolachas que estavam em cima da pia não eram azedas. Mas depois de colocar uma na boca reparou que o tempero especial era de formigas vivas. Hora do banho, então. Uma queimadinha do braço na panela quente, sabe como é, acontece.

Ficou feliz por ter feito aquelas aulas de yoga, ajudaram a lavar o cabelo com o mínimo de água quente e uma espuma até digna pra uma situação daquelas. Enxaguou com capricho, pelo menos o cabelo ia ficar bonito, o dia há de melhorar. Mediu a água quente que tinha sobrado, medida exata pra tirar o excesso de condicionador, se houvesse ao menos uma gota do líquido precioso, e desistiu. O dia definitivamente não ia melhorar.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Falta um

Questão de urgência: precisamos inventar um novo palavrão. Tem vezes que nem a combinação deles todos é suficiente pra desabafar.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

DNA

Eu queria ter mais irmãos pra que mais gente tivesse a chance de ter pais incríveis como os meus.

sábado, 25 de agosto de 2012

Perspectiva

E aí, o que você fez no sábado?
- Levantei cedo, fui trabalhar, passei a manhã editando um vídeo e escolhendo a trilha de outro. Parei pra almoçar, editei mais um vídeo e vim pra casa cobrir a coluna de salompas.

OU
- Levantei cedo pra aproveitar o dia, passei a manhã vendo uns vídeos e ouvindo música. Almocei uma deliciosa feijoada, tomei um sorvete na praça do gaúcho, a tarde vi mais uns vídeos e já que todos estavam por ali resolvemos fazer um vídeo novo. E olha que sucesso: na próxima semana ele vai ser exibido num evento cheio de gente importante! E agora estou em casa aproveitando pra relaxar.